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Projeto Cão Feliz - Parte 2: Saúde

Claro que o importante é levar seu cãozinho ao veterinário regularmente, mas existem alguns cuidados que podem - e devem - ser tomados por você independente disso.


Vacinação

Quando filhotes, os cães precisam de um esquema de vacinação especial, mas depois de adultos, anualmente devem ser repetidas pelo menos duas vacinas: antirrábica e a múltipla.

CÃES: vacinas - múltipla (V8, V10 ou similar), tosse dos canis, anti-rábica e giardíase

- 45 a 60 dias:

1a. dose vacina múltipla*

1a. dose vacina contra Giardia

vacina contra a Tosse dos canis

- 21 dias após a 1a. dose:

2a. dose vacina múltipla

2a. dose vacina contra Giardia

- 21 dias após a 2a. dose:

3a. dose vacina múltipla

- a partir de 4 meses de idade:

antirrábica

Este quadro mostra todas as vacinas disponíveis no mercado. Cabe ao veterinário decidir o melhor esquema para cada animal.

Fonte: Webanimal

É total e completa responsabilidade do tutor fornecer ao cão as vacinas que ele precisa, e a antirrábica ainda tem a vantagem de ser fornecida gratuitamente. Muitas famílias perdem seus animaizinhos por doenças que já possuem vacinas, então, para não correr esse risco, esse cuidado anual é indispensável.


Vermifugação

Em adultos deve ser feita de 2 a 3 vezes por ano, dependendo da higienização do local que ficam. Já os filhotes devem ser vermifugados de maneiras diferentes, caso as mães sejam vermifugadas ou não.



Alimentação

Essa certamente é a parte mais complicada. Existem muitos tipos de ração no mercado: para filhotes, para adultos, para idosos, sabor carne, frango, vegetais, etc. E além disso é sempre preciso encontrar o equilíbrio entre custo e benefício. Conversando com o vendedor do pet shop facilmente pode-se ter uma noção das qualidades das rações, dos benefícios e se compensa pagar mais caro por ela ou não. Recomendo evitar as rações muito gordurosas, que apesar de deixar qualquer cãozinho bem alimentado pode ser um problema a longo prazo.

Com a Victoria aprendi que não é bom que a ração fique exposta para o cão sempre que ele desejar. Insetos podem andar sobre a comida, poeira cair, etc. Não é limpo. Cada marca de ração possui uma indicação na embalagem do quanto de ração se deve dar de acordo com o tamanho do cão, e é recomendável seguir essa indicação, dividindo-a em duas porções ou mais. O ideal é alimentá-los sempre na mesma hora, para criar um hábito, e, após, colocar a ração no prato, deixe no máximo 30 minutos e recolha as sobras.

Para ajudar na medida da quantidade de ração: uma xícara tem cerca de 130 gramas de ração (pelo menos na que eu uso).

A ração, apesar de ser uma criação recente na humanidade, existe para fornecer para seu cão uma alimentação balanceada e nutritiva. Mas, em excesso, pode causar problemas. A comida caseira pode ser uma opção, mas não a mesma que é feita para humanos (salgada e gordurosa), e sim uma feita pensando nas necessidades dele (Fonte: Homeopatia Veterinária). Não sou especialista para saber quais nutrientes são mais necessários ou não, e justamente por isso confio que a ração cumprirá esse papel.


Peso ideal

Não existe ninguém melhor que o veterinário para dizer se o seu cãozinho está no peso ideal, mas se você desconfia que ele está gordinho que já quer adiantar alguma coisa, existe uma tabela com as características de cada grupo de peso.

Condição

Grau

Características

Subalimentado

1

- Costelas, vértebras lombares, ossos pélvicos e saliências ósseas visíveis à distância

- Não há gordura corporal

- Perda evidente de massa muscular

- Costelas, vértebras e ossos pélvicos facilmente visíveis

2

- Não há gordura palpável

- Algumas saliências podem estar visíveis

- Perda mínima de massa muscular

- Costelas facilmente palpáveis podem estar visíveis sem gordura palpável

3

- Visível o topo das vértebras lombares

- Ossos pélvicos começam a ficar visíveis

- Cintura e reentrâncias abdominais evidentes

- Costelas facilmente palpáveis com mínima cobertura de gordura

Ideal

4

- Vista de cima, a cintura é facilmente observada

- Reentrância abdominal evidente

5

- Costelas palpáveis sem excessiva cobertura de gordura

- Abdômen retraído quando visto de lado

- Costelas palpáveis com leve excesso de cobertura

- Cintura é visível quando vista de cima, mas não é acentuada

Sobrealimentado

6

- Reentrância abdominal aparente

- Costelas palpáveis com dificuldade

- Pesada cobertura de gordura

7

- Depósito de gordura evidente sobre a área lombar e base da cauda

- Ausência de cintura ou apenas visível

- Reentrância abdominal pode estar presente

- Impossível palpar as costelas situadas sob cobertura muito densa ou palpável somente com pressão acentuada

8

- Pesado depósito de gordura sobre área lombar e base da cauda

- Cintura inexistente

- Não há reentrância abdominal, podendo existir distensão abdominal evidente

- Maciços depósitos de gordura sobre o tórax, espinha e base da cauda

9

- Depósitos de gordura no pescoço e membros

- Distensão abdominal evidente

Fonte: LAFLAMME (1997) em Ciência Rural


E as cobaias?

Nina, por ser uma velhinha, está tendo uma pequena perda de massa muscular. De doenças, ela tem uma Otite crônica, que às vezes volta, mas sempre é tratada; e tem pequenos tumores nas mamas, que também estão sendo acompanhados. Fora isso tem muita energia e disposição. É castrada.

Bush tem um problema nas pálpebras, que causam seus cílios para crescerem para dentro, mas fora isso também tem boa saúde. Ele é jovem mas desconfio que ele esteja um pouco acima do peso, por possuir algumas das características de sobrepeso da tabela, como gordura próxima à base do rabo e dificuldade em apalpar as costelas.

Para garantir que ele não esteja comendo mais que o necessário, e pior, comendo a comida que seria da Nina, instituímos aqui os 30 minutos para a alimentação, que até agora tem ido bem, além de evitar que os pardais comam a comida deles, hehe. Só está difícil de convencer o resto do pessoal de casa a não dar os restos de comida para eles, mas isso será resolvido em breve.

Vacinas e vermífugo de ambos estão em dia.

PS: Não sou especialista em nenhuma matéria de saúde e nem treinamento animal, sou apenas entusiasta e adoro os animais em geral. Se quiser acrescentar ou corrigir alguma informação, por favor deixe nos comentários. :)

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Projeto Cão Feliz - Parte 1: Conheça seu amigo

Para começar a pensar sobre as soluções que você precisa providenciar para tornar seu cãozinho mais feliz, você primeiro precisa conhecê-lo melhor.

Primeiro quesito: raça.

Cada raça de cachorro tem um temperamento característico, a não ser nos eventuais desvios de personalidade. Então, se você tem um cachorro de raça, pesquise sobre as características da raça e das necessidades mais comuns. Redes sociais como o Orkut podem também dar uma ideia melhor das experiências que outros tutores têm com seus cães: você vai ver que todos os cães de uma raça tendem a ser muito parecidos!

Mas, se você tem um cão Sem Raça Definida, os queridos vira-latas, não se preocupe, eles tendem a ser mais inteligentes e muito carinhosos, apesar de cada um vir de uma forma. Uma boa dica é o tamanho dele, os grandes exigem alguns cuidados especiais, os pequenos, outros.

Segundo quesito: idade.

As necessidades e características de cada cão dependem também obviamente de sua idade. Normalmente cães mais velhos são mais experientes, têm mais manias, e gostam de ficar mais quietos. Cães mais jovens têm mais energia para brincadeiras e precisam gastar essa energia de maneira positiva, ou senão acabarão destruindo a casa! Mas ambos podem aprender muito bem.

Terceiro quesito: relacionamento com o tutor.

Cada tutor tem um relacionamento mais ou menos próximo de seu animal. Alguns dormem com ele na cama, outros só o veem no final de semana, mas suponho que se você está se dando ao trabalho de ler este post, é porque convive mais ou menos bem com ele. Se ele te respeita, gosta de você, provavelmente será mais fácil iniciar o adestramento, se não, é preciso trabalhar essa aproximação para o Projeto Cão Feliz não se tornar uma experiência traumática.

Agora vamos às nossas "cobaias":

Nome: Nina
Raça: Boxer
Idade: 9 anos


Nome: Bush
Raça: Boxer
Idade: 2 anos

O Bush é filho da Nina, da única gestação dela. Os dois são muito apegados à todo mundo da família, então no quesito relacionamento acho que não será difícil os fazer colaborar. O que pode ser um empecilho é que o filhotão nunca ficou separado da mãe, e não consegue se concentrar em nenhuma tarefa se ela estiver fora da vista dele. Vamos ver no que vai dar.

Quanto à idade, a Nina já está na terceira idade e começou a perder a paciência com algumas bobagens e fica mais sensível às condições do tempo, além de precisar de cuidado redobrado nas idas ao veterinário. Já o Bush está no auge, mas na infância pode não ter recebido alguns estímulos essenciais, ficando somente com a mãe.

Originalmente, os Boxers eram usados para trabalhos pesados, como transporte de mensagens em território de guerra e apoio em caças, então são cachorros que precisam de muito exercício. São da família dos molossos, cães com focinho curto e mandíbula proeminente, e isso atrapalha um pouco sua respiração, causando uma babação excessiva, hehe. Os Boxers são muito amigáveis, brincalhões e são muito tranquilos com crianças, um exemplo são esses dois, que brincam o dia todo com minha irmãzinha mais nova.



PS: Não sou especialista em nenhuma matéria de saúde e nem treinamento animal, sou apenas entusiasta e adoro os animais em geral. Se quiser acrescentar ou corrigir alguma informação, por favor deixe nos comentários. :)

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Projeto Cão Feliz

Confesso que sou viciada em Reality Shows de todos os tipos, mas uns que eu gosto mais são os de adestramento animal. São vários: It's me or the dog, Greatest American Dog, e o brasileiro Dr. Pet. O It's me or the dog (Ou eu ou o cachorro), um dos melhores, passa na TV por assinatura no canal GNT, todo dia de semana, às 12h. Quem comanda o programa é a adestradora Victoria Stilwell, que utiliza o método positivo de adestramento, sem punições e com muito reforço positivo.



Inspirada nesse programa, que assisto todos os dias, decidi dar uma virada na vida dos meus animaizinhos. Acho que o adestramento no Brasil é muito subestimado, já que o cachorro fica normalmente no lado de fora da casa, é utilizado mais como "instrumento" de segurança ou mera companhia. Esse trabalho fica taxado de mordomia e normalmente é terceirizado. Mas a Victoria me ensinou que o cachorro merece passar mais tempo com seus tutores, e que para eles, o humano que dá sua comida é a melhor pessoa do mundo.

Pois bem, acho que não tenho sido a melhor pessoa do mundo para meus cachorros. Os amo muito, mas os passeios têm sido no máximo semanais, e até hoje não investi muito no adestramento deles. Vejo eles com uma energia acumulada que precisa ser canalizada, e por que não de forma inteligente?

Vou tentar planejar, sempre com a "orientação" da Victoria, um esquema de adestramento básico, para os passeios ficarem mais fáceis e meus cães mais felizes e inteligentes: o Projeto Cão Feliz. E vou usar o blog do Bicho Amigo, o qual já participava como colaboradora antes, para compartilhar minhas experiências e dificuldades, além de ser um estímulo para continuar.

Assim que tiver mais informações, volto com outro post. Até lá. :)

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Neste Domingo - 2ª Cãominhada da Posse Responsável

Uma iniciariva do Projeto Serviços Veterinários e Pet Shop, Sebrae-GO e ASPAAN, a cãominhada tem como objetivo incentivar a posse responsável e levar informações médicas e alimentícias para os tutores.

Haverá orientação com médicos veterinários, vacinação antirrábica, demonstração de adestramento, distribuição de brindes, além de atividades recreativas para crianças. Os participantes também irão ganhar fotos com os seus cãezinhos.



2ª Cãominhada
Data: 13 de junho de 2010 (domingo)
Local: Av. do Povo esquina Rua da Divisa – Vila Mutirão
Horário: 9h às 13 horas

O uso da focinheira, da guia e da coleira é obrigatório para cães agressivos acima de 20 kg (Lei Municipal nº 8566 - 17/10/2007 artigo 14.

Não se esqueçam de levar água para seus companheiros!

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Baby sitter de animais domésticos??

Acontece muito comigo, não sei se acontece com vocês: muitas vezes viajo, e não gosto de deixar os meus bichanos em clínicas veterinárias, pois eles ficam o tempo quase todo presos em gaiolinhas. O único lugar que existe em Goiânia em que os bichos ficam soltos e tem espaço amplo, é o Hotel de Animais, que fica numa das saídas da cidade, muito longe, a distância não compensa uma viagem curta.

Fiquei imaginando então se não teria um serviço de babá pra animais domésticos, como a gente vê em filmes: você paga uma pessoa pra passar o dia com seus bichos, passear com eles, alimentá-los e brincar. No meu caso especificamente, seria uma pessoa que iria até a minha casa, daria comida, água e passasse algum tempo fazendo companhia. Não seria maravilhoso? Seus bichinhos ficam em casa, sem precisar se estressar, e recebem todo o cuidado necessário, enquanto você viaja tranquilo.



Procurei no Google e só referências do serviço no Rio de Janeiro, não encontrei nada em Goiânia. Então fica aí a dica pra quem está procurando algum bico pra complementar a renda. Mas atenção, pra se oferecer como babá tem que gostar muito de qualquer tipo de animal e saber como cuidar dos bichinhos. É bom que tenha carro, ou que tenha como transportar o animal até o veterinário, caso ele precise.

Quero ser babá de animais, quanto cobrar?

Não encontrei referência de valores. Em Goiânia, a hospedagem em clínicas veterinárias varia de R$ 20 a R$ 30 a diária. Eu acho que ficar dentro dessa média é uma boa opção, mas aí devem ser avaliados vários fatores, como o tempo que você ficará com o animal e imprevistos que possam ocorrer (como uma ida repentina ao veterinário).

Para os donos, é muito importante conhecer e ter confiança na pessoa com quem você deixará seu bichinho. Eles podem estranhar algumas pessoas, então tente fazer a aproximação antes de você sair, em sua presença.
E o post fica aberto para colaborações, quem quiser dar qualquer informação sobre o assunto, e quem tiver babás em qualquer lugar do Brasil pra indicar, entre em contato e a gente compila uma lista pra complementar o post.

Beijos!

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Feira de Adoção - 10 e 11/04 - Portal Shopping



Venham para a feira de adoção organizada pela ONG Aspaan, no Portal Shopping (Av. Anhanguera, Bairro Capuava). Importante: A ONG avisa que não tem condições de receber mais animais, apenas de doar, então se você quer levar um novo amigo para casa, compareça!
Nellie.
Observação da Renata: Ultimamente tenho ficado bem desgostosa com algumas ações da ong Aspaan. Estamos divulgando esse evento porque acredito que qualquer evento de adoção merece ser divulgado. Mas vou fazer essa semana um post explicando o porque da minha desavença com a ong. E só pra esclarecer: a minha opinião não reflete a da Nellie. Estou apenas dando um pitaco mesmo! ;)

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Seja um Guardião, não um dono.

Começou a rolar na TV fechada uma campanha da IDA (In Defense of Animals - Em defesa dos animais), uma ONG dos EUA que defende os animais de maus tratos de uma maneira geral. O objetivo é mostrar que os animais são livres, merecem nosso respeito, e não são objetos e nem propriedade. Portanto, seja um Guardião do seu melhor amigo, não um dono.

O vídeo está em inglês, mas dá pra configurar uma legenda traduzida embaixo.

Em um documento no site, a IDA defende que como um guardião, cada pessoa promete:
- Me comprometer com meu animal por toda a vida
- Adotar meu animal apenas por resgates responsáveis e criadores éticos
- Neutralizar meu animal para sua saúde e para prevenir a superpopulação
- Provê-lo com alimento nutritivo, água fresca e exercício diário
- Cuidar de suas necessidades emocionais
- Sempre compreender e trabalhar os problemas comportamentais dele
- Sempre tratar meu animal com compaixão e gentileza
- Chamar a mim mesmo e aos outros de Guardiões, e não de Donos
- Encorajar outros a abraçarem o Ideal do Guardião

Uma simples mudança semântica, na maneira de chamar a si mesmo e chamar seus parceiros apaixonados pelos animais pode fazer uma grande diferença em como os animais são vistos pela sociedade, não como objetos, mas como indivíduos que merecem proteção.
Nellie





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Gatinho para adoção em Goiânia

Fiquei sabendo na semana passada que esse gato lindo está para adoção. Os donos eram um casal cuja mulher não se dava com o gato (ouvi dizer que ela tentou matá-lo), então o homem procurou uma amiga para ajudá-lo a encontrar um novo lar.


O bichano tem aproximadamente 1 ano e é manso, porém está assustado e meio tristonho, talvez pela falta do dono. Ele está ficando na Clínica Pluto, e o telefone de lá é (62) 3242-0598. Até que decidam ficar com ele, as diárias serão por conta da Lourdes, a responsável. Ela também consegue a castração dele, pra quem quiser.

Vamos nos empenhar em encontrar um lar pra esse gato lindo?

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Animais nas férias

Deixar os animais desamparados em casa enquanto a família viaja infelizmente é um hábito muito comum. Isso não pode acontecer. A melhor saída é deixar o animal com algum conhecido responsável, ou mesmo deixar em hotéis especializados. Mas se você tiver uma condição financeira melhor, pode até levá-lo com você.






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O fim da proteção aos animais domésticos

Atenção amantes dos animais!


Segundo a WSPA (Sociedade Mundial de Proteção aos Animais), nossos animais de estimação estão correndo o risco de não serem mais protegidos pela lei contra os maus tratos.
Está em tramitação no congresso um projeto de lei (PL 4.548/98) para alterar o art. 32 da Lei de Crimes Ambientais. O projeto quer retirar a expressão "domésticos e domesticados" da lei, assim descriminalizando os atos de abuso e maus-tratos contra esses animais.

Como ficaria a lei:

"Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal."


Para impedir que isso aconteça, assine uma carta, que será enviada para os deputados do seu estado pedindo a não-aprovação do projeto de lei.


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